Nem sempre “pagar mais INSS” é a melhor estratégia
Muita gente aumenta a contribuição sem ganho proporcional no benefício. Outras vezes, o melhor caminho é corrigir o extrato, incluir tempo especial ou complementar só competências antigas abaixo do mínimo. A ferramenta ajuda a enxergar isso antes de você gastar à toa.
Quanto devo contribuir para melhorar minha aposentadoria?
Envie seu CNIS e responda perguntas rápidas. Você recebe orientação preliminar sobre mínimo, faixa intermediária, teto e complementação de carnês — a análise definitiva fica com o advogado.
Perguntas frequentes
A ferramenta já diz o valor exato que devo pagar ao INSS?
Não. Ela entrega orientação preliminar com base no seu CNIS e nas suas respostas. O valor ideal de contribuição depende da regra de transição, da média salarial, da idade e de pendências no extrato — por isso a validação com advogado previdenciarista é necessária.
Pagar sempre pelo teto aumenta a aposentadoria?
Nem sempre na mesma proporção do que você paga a mais. Em algumas regras o benefício usa média de 100% dos salários; em outras, 60% mais 2% ao ano. Às vezes compensa mais corrigir o CNIS ou complementar só alguns meses abaixo do mínimo.
Preciso enviar o CNIS mesmo sabendo quanto pago hoje?
Sim. O extrato mostra vínculos, competências, indicadores de erro e a base para simular se vale manter o mínimo, subir de faixa ou complementar carnês antigos.
CNIS como base
Vínculos, indicadores e tempo de contribuição lidos do extrato oficial.
Cenários de contribuição
Mínimo, intermediário, teto e complementação — conforme seu perfil e objetivo.
Validação jurídica
Orientação automática primeiro; relatório e estratégia com advogado depois.
Dúvida sobre quanto contribuir?
Fale com a equipe antes ou depois de usar a ferramenta online.
Falar no WhatsAppPerguntas frequentes
Conteúdo informativo. Não substitui consulta jurídica personalizada. Cada caso exige análise de provas, prazos e documentação.